terça-feira, 18 de abril de 2017

Nimuendajú no festival de Cannes

O projeto Nimuendajú estará presente na próxima edição do Marché du Film do Festival de Cannes, um dos mais prestigiados festivais de cinema do mundo, que acontece em maio. Foram escolhidos cinco projetos, em desenvolvimento, para apresentar seu processo de trabalho e criação.

Confira a reportagem aqui.


terça-feira, 24 de janeiro de 2017

Nimuendajú em matéria do Latam.

Publicação latino-americana faz um balanço sobre o cinema de animação em 2016. Ainda traz uma lista de longas metragens animados em desenvolvimento, entre eles Nimuendajú. 

Confira a reportagem aqui.


quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Nimuendajú no Estado de Minas

Na última terça, dia 27/09, o projeto Nimuendajú foi capa do Caderno de Cultura do jornal Estado de Minas em uma matéria instigante sobre a sétima edição do Brasil CineMundi.

Leia a reportagem aqui.


segunda-feira, 11 de julho de 2016

Nimuendajú no site UOL.


Confira mais uma matéria muito interessante sobre o projeto Nimuendajú, escrita pela jornalista Renata Nogueira, correspondente do site UOL.
Leia a reportagem aqui.


sexta-feira, 17 de junho de 2016

Nimuendaju na Variety

Nosso projeto recebeu a atenção do repórter Emiliano de Pablos, correspondente da revista Variety, que fez uma reportagem bem completa sobre o filme.
Leia a reportagem aqui


segunda-feira, 2 de maio de 2016

Projeto é selecionado em Annecy



É com muita felicidade que anunciamos que o projeto Nimuendajú  foi selecionado para participar do MIFA PITCHES 2016, promovido pelo Festival de Annecy. Confira a programação do evento e saiba mais informações sobre os projetos selecionados neste link.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Construção em camadas





Em um ribeirãozinho na aldeia Patizal (Tocantins) simulamos a cena em que Roberto da Mata Apinayé interpreta Nino Tikuna. Foto: Peter Ketnath feita durante as filmagens, em 2012.
O quadro de storyboard dá sequência à preparação da cena, mostrando o personagem no Alto Solimões, em 1945. Storyboard: Tania Anaya.

quarta-feira, 3 de junho de 2015

Retomada da produção do filme

Cena: Curt Nimuendajú entre os Canela-Rankokamekrá, Maranhão, em 1930.

Com o prêmio do BNDES (Edital BNDES Cinema, dezembro/2014) a Anaya retoma a realização do longa Nimuendajú, desta vez com suporte suficiente para produzir, finalizar e chegar às telas! 
Há um longo caminho pela frente, todo a etapa de animação ainda por realizar - a construção minuciosa de fotograma por fotograma. Estimamos mais 2,5 anos de produção.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

Apinayé e seus adornos

Fotografia feita por Toninho Muricy durante a estadia da equipe na área Apinayé. 
Aldeia Patizal (Tocantins), julho de 2012.

terça-feira, 19 de agosto de 2014

Interior de uma casa Canela

Cena do filme: os Canela-Rankokamekrá da Aldeia do Ponto, Maranhão, recebem a visita de Curt Nimuendajú, 1930.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

O grêmio da civilização


Logo na minha chegada (...) espantou-me o Nicolau Velho: apresentou-se esfarrapado, cadavérico pois ainda estava sofrendo sezões – e completamente embriagado. Lamentei depois não ter tirado um retrato dele naquele estado para tê-lo em mão quando um dia se discutir a necessidade de chamar os nossos “infelizes irmãos da selva ao grêmio da civilização”.

Trecho de carta de Curt Nimuendajú a Carlos Estevão de OLIVEIRA (29/3/1932) a respeito de seu amigo e informante Apinayé Nicolau (Ngokrúa). Retirado do livro "Cartas do Sertão", organizado por Tekla Hartmann.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

O Guarani tem muito mais medo dos mortos que da morte

Quando se convencem que seu fim está realmente próximo, eles são, como todos os índios, de um sangue frio admirável. Essa atitude deriva principalmente do temperamento dos índios e é consideravelmente reforçada pelas suas convicções religiosas. O Guarani não teme nenhum purgatório e nenhum inferno, e está absolutamente seguro quanto ao destino póstumo de sua alma. O moribundo dá aos seus as últimas ordens, com a maior objetividade, que são rigorosamente executadas. Até que lhe falte a voz, canta seu canto ritual, se o possui, repudiando qualquer consolo, como o de que ainda não é chegada a sua hora, bem como qualquer remédio que se lhe ofereça. Ele não só tem que morrer, como também quer morrer – e o mais depressa possível. A separação de seus entes queridos tampouco lhe pesa muito, pois a fé no renascimento abre a perspectiva de em breve estar de novo entre eles.  - E assim, infelizmente, a tantos vi morrer, com esta altivez que contrasta com a morte de muitos cristãos, que na sua última hora imploram o auxílio de todos os santos.

("As lendas da criação e destruição do mundo como bases da religião dos Apapocúva-Guarani", de Curt Nimuendajú. 1914)